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PASTORAL DO DÍZIMO

O Dízimo é de grande valia para a manutenção da Igreja e para suprir os gastos com funcionários, água, energia elétrica, telefone, internet e manutenção do culto cristão. A palavra hebraica “dízimo” significa literalmente “a décima parte”, dez por cento.

Deus exige com firmeza esta doação para a comunidade. A Igreja Católica, no Brasil, vendo as necessidades do povo, pede que cada um dê de acordo com seu coração, de acordo com sua consciência. Quem pode dar os dez por cento deve dar, quem não puder dê menos. Por princípio, devem-se dar os 10 por cento.

 

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Seja também um agente pastoral. Todo o segundo domingo do mês é dedicado ao Dízimo, sendo assim a equipe pastoral se reune mensalmente para fazer a prestação de contas das receitas e despesas da paróquia. Clique aqui e acompanhe os próximos encontros.

Clique aqui e fique por dentro das informações do Dízimo. Confira a prestação de contas e os dizimistas aniversariantes do mês!

Vamos juntos rezar a oração do dízimo, acesse aqui!

 

DÍZIMO É DEVOLUÇÃO

Para o povo da Bíblia Deus é o dono de tudo. Para o povo, se Deus é o dono da terra, então ele pode exigir os primeiros frutos (primícias das plantações). Neste sentido Dízimo não é pagamento, imposto ou taxa, é devolução do que já é de Deus. Dízimo não se paga; devolve-se. O que devolvemos à Igreja tem destino certo; a manutenção e funcionamento da missão da Igreja de Deus.

 

AS TRÊS DIMENSÕES DO DÍZIMO

Dimensão religiosa: “O zelo por tua casa me consome” (Jô 2,17)
O dízimo auxilia na caminhada de fé da Igreja. O espça religioso deve ser bem cuidado, confortável e limpo. O Templo, lugar de encontro com Deus e com os irmãos para a oração, deve ser um lugar adequado ao louvor e à adoração. Tudo isto tem um custo: sonorização, velas, livros, hóstias, folhetos de cânticos, manutenção das instalações (limpeza, reparos), enfim tudo é custeado também pelo dízimo. Nesta dimensão também entram os cuidados com os padres, que merecem todo o carinho da comunidade onde prestam seus trabalhos, aplicando seus conhecimentos e seus serviços.

Dimensão social: “[...] tive fome e me destes de comer [...]” (Mt 25,35).
Jesus se identifica com os pobres. A Igreja deve responsabilizar-se pelos necessitados e não se pode dormir em paz sabendo-se que nossos irmãos passam pela dor da fome, do frio e das carências primárias. Sua contribuição soma-se a outras tantas e multiplica-se no auxílio a quem merece nosso total carinho. Por isso, nossa Paróquia mantem duas creches, consultório odontológico, atendimento psicológico, um bazare aconselhamento espiritual.

Dimensão missionária: “[...] pregai o evangelho a todos [...]” (Mc 16,15)
O dízimo deve levar toda a comunidade a ser sinal de salvação. Todos nós batizados, somos missionários e devemos levar o Evangelho para outras pessoas. “Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho”, como Jesus mandou.

A Paróquia Santo Inácio tem o setor de comunicação (a PASCOM), jornal, multimídia, murais, a loja de artigos religiosos Gracia Plena e ações litúrgicas e catequéticas.

O dízimo é fruto da fé. Uma decisão que persiste enquanto for alimentada e renovada. Ninguém dá o que não tem. Portanto,a generosidade aliada ao senso de gratidão deve estarenraizada no coração do cristão que se dispõe a ser dizimista.Se participar é contribuir e se contribuir é participar, através do dízimo praticamos ambas as ações. O dizimo cria vínculos do cristão com a Igreja:

Cria OBEDIÊNCIA – O dízimo é a resposta da obediência e do reconhecimento, pois tudo o que somos e temos vem gratuitamente de Deus.

Provoca PARTILHA – É uma resposta de amor a Palavra de Deus, caminho que direciona o cristão a ser generoso com a sua Igreja.

Estimula FÉ –A certeza daquilo que ainda se espera. Através dela compreendemos a Palavra de Deus.

 

REFERÊNCIAS BÍBLICAS

Assim diz o Senhor: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3.10).

Dízimo não é oferta, doação ou esmolas. Deus não é carente para precisar de ofertas; Deus tem tudo e não precisa de oferta; Deus não é esmoler para merecer nosso ato de caridade. Dízimo é devolução de uma parte do que Deus nos dá, com a finalidade da Igreja propagar seu nome e o seu Reino de amor, justiça e paz.

 

A PRÁTICA DO DÍZIMO NA BÍBLIA

Devolver 10% de todos os bens

Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30).

O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13).

 

A MENTALIDADE DE QUE TUDO É DE JAVÉ

No âmago do dízimo, achava-se a ideia de que Deus é o dono de tudo (Ex 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não tenha vindo originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). O dízimo é simplesmente devolução determinada por Deus de parte do que Ele proporcionou ao povo.

O povo tinha outras práticas, além do dízimo. O povo da Bíblia também fazia outras ofertas. Os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios, conforme, por exemplo narra o Livro dos Levíticos. 

a) Holocausto (Lv 1; 6.8-13),
b) Oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23),
c) Oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21),
d) Oferta pelo pecado (Lv 4.1-5.13; 6.24-30)
e) Oferta pela culpa (Lv 5.14-6.7; 7.1-10).

 

OFERTAS VOLUNTÁRIAS

Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor, muitas repetidas em tempos determinados (cf. Lv 22.18-23; Nm15.3; Dt 12.6,17), outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (Ex 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Ex 36.3-7).

Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Exéquias, o povo contribuiu generosamente para custear obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).

 

ATOS DE EGOÍSMO DO POVO

Houve ocasiões na história do Antigo Testamento em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).

 

OS DÍZIMOS TÊM DESTINAÇÃO CERTA

Jesus percebe quando o coração humano está dividido entre Deus e o dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5); nossas contribuições (dízimos e ofertas) se destinam a promoção do reino de Deus, especialmente para a missão da igreja local e a disseminação do Evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18); não pode esquecer os mais necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2). quem devolve seu dízimo acumula tesouro no Céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e aprende a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no Antigo Testamento (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do Novo Testamento (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos. Então, seja dizimista. Procure mais informações na Secretaria Paroquial.

Mais informações podem ser obtidas com a pastoral do dízimo presente no início e no final da missa de sábado, das missas dominicais e também na Secretaria Paroquial.

Calendário

Paróquia Santo Inácio de Loyola
Rua Bernardo Mascarenhas, 187
Cidade Jardim - CEP: 30380-010
BHTE/MG
31 3296.2465
Horários de Missas
Terça a Sexta-Feira: 19h
Sábados: 18h
Domingos: 10h e 19h
Secretaria Paroquial
Rua Tenente Renato César, 53
Cidade Jardim - CEP: 30380-110
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Horário de Funcionamento
Segunda a sexta-feira de 8h às 12h e de 13h às 18h